Assalariados do meu Brasil. A partir de ontem, estamos no mesmo barco.
Issaê, Melina trabalhando. Achei que pudesse – por um milagre – passar reto por essa fase, mas nem rolou.
Com pai desempregado há mais de 2 anos, mãe na praia de Guarat(ch)uva, fui forçada – reforcem o forçada, amadas – a me jogar de cabeça no mercado de trabalho.
Comecei esmolando na área que eu mais queria – japonês. Mas, óbvio, não havia vagas.
Daí esmolei nesses sites de emprego (manager, catho, e afins), e nada de vagas. Aliás, esse povo pede sua área por quê? Por acaso eles selecionam alguma coisa? Perdi as contas de quan tas vagas de professor de Matemática/Física eu recebi. Chegou uma época que eu nem lia mais, jogava direto na lixeira.
Daí enrolei bem gostoso no carnaval. Tinha voltado da praia (tbm fui workar mal) com picadas e não estava afim de voltar pra lá. Ainda mais sozinha.
E eis que saiu o resultado da federal, e eu fiquei na lista de espera (há! taí outra coisa que eu tbm não sei pq existe). Mesmo assim, pensei “Pq não vou recolher minha documentação na facul e pedir meu diplomita? Daí faço tudo de uma vez.” – e fui.
Daí profa. Silma querida me chamou. Tinha uma vaga no lugar do Luciano pra gerenciar o lab.mídia (entregar e recolher materiais de midia, ajudar edição de cortes secos, preenchimento de papelada de emprestimos e devoluções, blablabla). Okay, comecei ontem.
Ontem, cheguei lá 16h15, um pouco antes do meu horário pq a profa. queria falar comigo antes de eu começar. Às 18h30, com a bunda do formato da cadeira, ela me chamou pra pendurar avisos pela faculdade – que eu não conhecia/conheço direito ainda. Tudo bem, corri – na minha Melissa salto 15 /dor – e pendurei os badulaques. Daí ela me deu uma camiseta uniforme pra eu vestir e ir orientar os calouros pra sala certa da primeira aula. Fiquei até 22h – na minha Melissa salto 15 / dor – em pé no saguão dando oi/tchau/suba a escada, atravesse a passarela e vire à esquerda, sala P5 para os alunitchos. Detalhe: eu levei uma mala de coisas pra fazer pq achei que ia ficar na biblioteca como tinham me dito. Na mala tinha laptop, maquina fotográfica, posições do SuBak, coreografias, papel de carta… Tava pesando uns bons quilos… Rowxs~
Hoje foi melhor. Bem melhor, por sinal. Deixei o carro no estacionamento da facul (que eu descobri que pode 8D – menos nas vagas cobertas que são dos padres) e me senti mais segura. Pude até deixar a mala (bem mais vazia hoje) no porta-malas. Cheguei lá e já tive coisas pra fazer, riqueza. Coloquei mais avisos de horários por aí, depois corrigi-os duas vezes, depois imprimi as provas do vestibular agendado pra hoje + lista de presença e grampeei-as. Apresentei a facul – desconhecida pra mim – a um professor novo (são MUITOS). Eu conheço 4 professores, de todos (Julius, Miguel, Orly e MªElisa). Precisei dar mais uns ois e informações pros calouros às 19h. Tenso. Mas nessas e noutras, o tempo passou mais rápido. Tiozinho Carlos do RH chamou eu e a colega Renata (com suas picadas de butuca com elefantíase) pra dar os VTs da semana. Botei tudo em gasosa pro carro. E esqueci do meu lanchinho. Cheguei em casa morrida de fome, comi/bebi litros/quilos.
Daí terminei de assistir a eliminação da Morango no BBB e amaldiçoei o Dourado infinito. Cara chato. Pelo menos, o Di ficou.
Aí, vim alegremente ver o e-mail e – adivinha, mona – a Mahra sensei quer conversar comigo, provavelmente pra dar aula de Nyumon no Oyama Gakuen. Falei que ia conversar com ela e tals, tomara que o horário de certo de encaixar… Tipo namorado, quando vc tem um, chove pretendentes!
Amanhã preciso recarregar o cebolar e responder a Amanda-amarelo-umbanda. Quero saber como foi o dia dela de aula D: Espero que melhor que os meus aheuhau
Hoje a Nys – e a mãe dela tbm – me ligou pra chamar pra uma reunião a respeito de uma apresentação do SuBak no aniversário de Curitiba na sexta-feira. Tudo bombando!!
Cadê o sábado que não chega??
Fuiz
